A impostação ontológica no processo de constituição do objeto de estudo marxiano

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Bárbara Isabela Soares de Souza

Resumo

Fundamentado pela leitura do último Lukács, este artigo concebe o pensamento marxiano como uma teoria social. Nesta ótica, suas elaborações oferecem uma explicação tanto do ser social na particularidade burguesa, cuja base econômica é constituída pelo sistema de produção capitalista, quanto da universalidade do ser social, cujos traços essenciais independem do tempo histórico e dos distintos modos de produzir a vida material. Este estudo retoma a trajetória intelectual marxiana até 1844, ano em que se tornou pública a sua primeira crítica sistemática à economia política clássica por meio dos Manuscritos Econômico Filosóficos. Busca-se indicar que a inquietação que motivou o filósofo alemão ao enfrentamento de seu objeto de estudo foi, antes de tudo, de caráter ontológico, voltada à compreensão do ser da sociabilidade que se erigia sob as ruínas da feudalidade.

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Artigos
Biografia do Autor

Bárbara Isabela Soares de Souza, CEPAE/UFG

Doutoranda em Educação Física pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Física da Universidade de Brasília (PPGEF/UnB), na linha "Estudos Socioculturais, Políticos, Pedagógicos e Psicológicos". Mestra em Educação Física pelo mesmo Programa de Pós-Graduação em Educação Física, na linha de "Estudos Sociais e Pedagógicos da Educação Física, Esporte e Lazer". Licenciada em Educação Física pela Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia de Goiás (ESEFFEGO/UEG). Professora na Universidade Federal de Goiás (UFG), atuando, especificamente, no Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (CEPAE). Membro do GTT - Escola e da Secretaria Estadual de Goiás do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE).

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